Lembro-me que quando chegámos... e depois de me fazerem um questionário completo no aeroporto (vinda da China ou do Continente, não sei como diferenciam) sobre a diferença de altura que tinha no cartão de cidadão e a real, sobre a minha recente estada na Turquia e sobre sei lá mais o quê, e depois de não permitirem que os meus colegas esperassem por mim e depois de começar a ficar assustada e passados uns minutos me terem deixado passar porque uns Árabes vinham atrás de mim e deveriam ter mais matéria para chatearem...a primeira impressão que tive de Macau foi a melhor...
...o Hotel cheio de glamour, os quartos parecem T3s – Hotel/ Casino Rio e só o facto de ter casino no nome implica que nos peçam uma caução elevada (não vá perdermos tudo no jogo e fugirmos dali!!)... ...na primeira rua encontramos logo o Instituto Politécnico de Macau, escrito em Português...continuámos de passeio até à zona histórica, com alguns Monumentos e Locais considerados Património Mundial da Humanidade pela UNESCO.
Aqui, entramos pela Largo do Senado onde se localiza o Edifício do Senado, a Santa Casa da Misericórdia e onde se sente a presença portuguesa na calçada. Mais à frente encontramos a Igreja de São Domingos. Aqui sentei-me um pouco a observar o movimento...há sempre muita gente na Rua, constatei que muitas crianças e gente alegre e todos pareciam turistas da China ou do Continente que tinham vindo às compras a Macau!....Não me enganei....Muitos mas muitos (porque são realmente muitos) carregam sacos de qualquer coisa que compram em Macau aos Kilos...discretamente consegui olhar para dentro de um saco pousado num muro e percebi que era qualquer coisa parecida com marmelada...
Continuámos pela Rua de São Paulo...aqui há imenso comércio e já não há muitas pessoas ... há milhares ...a andar para cima e para baixo e a tentarem não bater nas pessoas com os “paus das selfies”...que são muitos, mesmo!! Foi aqui que descobrimos que a “marmelada” é qualquer coisa feita com porco e é picante e doce (provou quem não é esquisito, e a cara que fez não motivou mais ninguém a provar). Descobri agora que é Ngau Ioc Cone (Chu - porco; Ngau-vaca; Ioc- carne; Cone-seco). A verdade é que deve ser uma iguaria para os chineses, tal a quantidade de sacos que se movimentavam por estes lados com a especialidade.
E chegamos ao ex libris desta zona, as Ruinas de São Paulo – Antiga Igreja de Madre de Deus e Colégio de São Paulo, onde só resta a fachada em Granito e a escadaria, depois de um incêndio no Século 19. Soube mais tarde que as escadarias motivam lendas sobre os tesouros dos Jesuítas, que terão ali sido enterrados depois de Marquês do Pombal ordenar a sua prisão, de forma a acabar com a influência jesuíta nos territórios e colónias de Portugal.
Daqui é fácil ir ao Museu de Macau, que conta a história das suas comunidades de forma muito gira ... as profissões, a sua evolução, os hábitos da sociedade, a medicina, os imperadores ...
O Bairro de São Lázaro um Bairro típico é também muito interessante e aqui encontramos o Albergue , um local que achei delicioso... é um conjunto de edifícios com uma praceta a meio que foi um albergue da Casa Misericórdia de Macau e remodelado pelo Arquiteto Português / Macaense Carlos Marreiros em 2003. Hoje é um espaço de artes e alberga o seu escritório, vários espaços de exposições e seminários, um restaurante e a Mercearia Portuguesa da artista Margarida Vila-nova . Lembro-me de uma árvore no meio, a que vou chamar a do Amor, uma vez que se prendem corações vermelhos à mesma com mensagens amorosas. Parece que é preciso muito tempo para esta volta...não...nós fizemo-la numa tarde porque também neste dia não havia tempo para mais e tínhamos que experimentar um Restaurante Português (sim, vindos da China, tudo o que ambicionávamos era iguarias portuguesas, tal a fominha que trazíamos). Não me lembro do nome mas foi numa das ruas da zona histórica e era muito bom! Fora da zona histórica mas mesmo assim suficientemente perto, era onde estávamos alojados, banhados por todos os lados de outros Hotéis/ Casinos. Aqui, começa a parte em que não gostei de Macau. Macau é uma cidade de jogo e turismo e tirando a parte histórica, Macau tem muitos edifícios imponentes e muito altos e quando uma Portuguesa me disse “Aqui, falta-me horizonte e céu” ... Depois de um dia e tal em Macau, foi isso exatamente que senti...apercebi-me também que ou se ama Macau ou se detesta (não estive tempo suficiente em Macau...mas penso que seria daquelas que detesta). Existem mesmo muitos Hotéis/ Casinos, abertos desde manhã e cheios de jogadores. No nosso Hotel, à entrada tem um casino e no 2º Piso outro, mas apenas para grandes aposta. Soube disto porque me enganei no piso, e quando sai do elevador fui imediatamente barrada por um segurança (mas consegui ler algures “Grandes apostas” em Inglês, claro!). Ao lado de cada Hotel/ Casino há sempre uma loja de penhores, que vende peças de todo o tipo e sempre de luxo. Graças a um engano da Agência, em Macau não tivemos direito a pequeno-almoço (Graças a Deus)...pois quando na primeira manhã chegámos à sala de refeições, e sentimos logo o mesmo cheiro a algo esquisito (o mesmo que na China e a algo que até hoje não conseguimos identificar). Resultado: ao lado do Hotel havia uma Pastelaria com Croissants, Pão de Deus e Pastéis de Nata. Esta Pastelaria tem a particularidade de ser “take away”. Aqui aplica-se o mesmo conceito das lojas de gomas que conhecemos em Portugal. Em compartimentos, estão dispostos os bolos, abrimos, tiramos com uma pinça o que queremos e colocamos num tabuleiro para depois pagar e levar. Os bolos eram bons e aqui também sentimos a presença de Portugal.
Ficámos muito perto de um dos Hotéis/ Casino mais emblemáticos de Macau – Grand Lisboa, Com uma Arquitetura emblemática, e respirando luxo por todo o lado, tive a sensação que tudo se passa por ali...sempre muita movimentação, para qualquer lado que íamos, passávamos à sua porta, sempre muitos carros de luxo lá estacionados...e sempre muita gente numa fila, no seu Hall exterior (ficamos por ali um pouco a observar e chegamos à conclusão que eram Chineses com os seus Kilos de “torresmo chinês” (foi como decidimos apelidar o “doce de porco” a que me referi mais atrás) à espera do autocarro para saírem de Macau.
Li algures que em cada esquina há um Restaurante Português...não, para os lados em que andei e tivemos das experiências mais esquisitas no que toca a comida chinesa (nesta altura já me encontrava na China há 6 ou 7 dias e ainda não tinha encontrado nada que se assemelhasse à cozinha chinesa que conhecemos em Portugal). Usam muita pimenta (verde, rosa, de todas os tipos que conhecemos) e malaguetas e muita água com coisas “borrachadas” lá dentro. Tirando o pequeno almoço, tivemos um dia inteiro (e porque, em trabalho, não tivemos tempo para procurar Restaurantes e entrávamos no primeiro que encontrávamos), em que o que nos valeu foi mesmo o pequeno-almoço e uns amendoins que alguém trazia na mala (trazido de Portugal , claro está). Ora bem...as fotos que a seguir se seguem ilustram a quantidade de pimenta e malaguetas, a comida a saber a borracha, ovos e gambas cruas, noodles sem serem cozinhados e outras coisas que mais uma vez não conseguimos identificar...Rimos muito, mas comemos muito pouco!!!!
Tenho lido muitas impressões de Portugueses sobre Macau, uns amam, outros detestam e há sempre referencias de “que se sentiram em casa”...Se me senti em Casa? Nem um momento. Há a calçada, as ruas escritas em Português, Monumentos que atestam a nossa presença, Hotéis e Ruas com o nome da nossa Capital, alguns Restaurantes Portugueses, Pastéis de Nata...mas não há como sentir-me em casa...”faltou-me o céu e o horizonte”, há demasiados chineses por todo o lado (sente-se mesmo que são muitos), muitos edifícios e néons e sente-se uma cultura completamente diferente... ...Talvez quando bebi um Sumol e comi Pão de Deus, tenha sentido a “casa”...mas só nestes momentos...De qualquer forma, vale a pena conhecer Macau e se calhar se estivesse estado lá mais tempo, até teria “amado”...
domingo, 10 de abril de 2016
segunda-feira, 4 de abril de 2016
#Viagens_1 # China # Xiamen
Xiamen – “A porta da grande mansão” é uma cidade da província de Fujian na China, que segundo os nativos tem 3 milhões de habitantes.
Quando se chega à China o maior impacto é mesmo ter tudo em carateres chineses...Xiamen não é uma cidade turística, pelo que o Inglês não é uma ferramenta útil nesta cidade. Quando chegamos, já temos de levar o nome do Hotel e morada escrito em Mandarim.
Assim que chegamos ao Hotel, o primeiro impacto é que há muita gente a trabalhar na recepção, cada um com uma função especifica (um abre a porta aos hóspedes, outro dá as boas vindas, outro ajuda com as malas, um carrega no botão do elevador...No balcão a mesma coisa). Soubemos depois que é um País com uma taxa de desemprego reduzida (cerca de 4%), mas por serem tantos, tem de se dividir pequenas tarefas por muitos, de forma a que todos tenham trabalho. O segundo impacto, é fazermo-nos entender. Na recepção, o Inglês é básico e questões que saiam do atendimento standard...é o cabo dos trabalhos! Embora tudo façam para nos entender e agradar. É noite e a fome já aperta e vamos à aventura pelas Ruas de Xiamen...O que encontramos são restaurantes com aquários do lado de fora e cheios de peixes e mariscos vivos. Lá percebemos que teríamos de escolher o que queríamos e lá fomos comunicando por intermedio de uma calculadora (comerciantes andam sempre munidos das mesmas) o preço da janta: Lagosta e umas amêijoas grandes...tudo muito diferente, tudo agridoce, e tudo delicioso (conselho, nunca espreitar para uma cozinha aqui antes de comer...Irá perder a fome...E se olhar depois, lembre-se que está numa cultura completamente diferente e o que não nos mata, traz-nos imunidades).
O Seashine Hotel é bom e central...passando a barreira linguística, o serviço é ótimo. O pequeno almoço é variado, para quem gosta da diferença. Não é internacional, pelo que logo no primeiro dia em Xiamen, soube logo que ia sofrer a este respeito. Assim que se entra nas salas dos pequenos almoços, o cheiro a algo que não consigo identificar e que não é agradável, leva-nos logo a não ter fome. O pão é verde (de pistácio) e vale-nos os sumos e a fruta de dragão que é deliciosa...tudo o resto...só para os mais corajosos (gostava imenso de explicar, mas a única coisa que identificámos foi sopa de ninho de cegonha – género de uma canja aguada com ovo e massa). Diz que é educado arrotar por estes lados!!! O cheiro logo de manhã, a variedade de coisas estranhas aliada à Boa Educação de chineses a degustar o seu pequeno almoço, penso que foi a pior experiência, para mim que não sou muito dada à diversificação alimentar! As ruas têm vida e ao contrário da percepção que se tem em Portugal, as pessoas são alegres e há imensas crianças. Aliás, dos episódios mais engraçados por paragens de Xiamen foi uma nativa nos perguntar porque não tínhamos mais filhos...se não gostávamos de crianças??!! (Atribuímos a surpresa à lei do filho único que vigorou até 2015). As ruas têm néons, muito comercio, muita gente e becos onde homens se acumulam a volta de uma mesinha a jogar qualquer coisa. A cidade tem um porto e uma ilha (que não visitámos). A cidade está cheia de novas construções, prédios de luxo, que não estão habitados (?). Estive em trabalho em Xiamen, pouco tempo, pelo que esta avaliação poderá não ser a mais correta (é a percepção que tive de 3 dias de Estadia em 2015).
Assim que chegamos ao Hotel, o primeiro impacto é que há muita gente a trabalhar na recepção, cada um com uma função especifica (um abre a porta aos hóspedes, outro dá as boas vindas, outro ajuda com as malas, um carrega no botão do elevador...No balcão a mesma coisa). Soubemos depois que é um País com uma taxa de desemprego reduzida (cerca de 4%), mas por serem tantos, tem de se dividir pequenas tarefas por muitos, de forma a que todos tenham trabalho. O segundo impacto, é fazermo-nos entender. Na recepção, o Inglês é básico e questões que saiam do atendimento standard...é o cabo dos trabalhos! Embora tudo façam para nos entender e agradar. É noite e a fome já aperta e vamos à aventura pelas Ruas de Xiamen...O que encontramos são restaurantes com aquários do lado de fora e cheios de peixes e mariscos vivos. Lá percebemos que teríamos de escolher o que queríamos e lá fomos comunicando por intermedio de uma calculadora (comerciantes andam sempre munidos das mesmas) o preço da janta: Lagosta e umas amêijoas grandes...tudo muito diferente, tudo agridoce, e tudo delicioso (conselho, nunca espreitar para uma cozinha aqui antes de comer...Irá perder a fome...E se olhar depois, lembre-se que está numa cultura completamente diferente e o que não nos mata, traz-nos imunidades).
O Seashine Hotel é bom e central...passando a barreira linguística, o serviço é ótimo. O pequeno almoço é variado, para quem gosta da diferença. Não é internacional, pelo que logo no primeiro dia em Xiamen, soube logo que ia sofrer a este respeito. Assim que se entra nas salas dos pequenos almoços, o cheiro a algo que não consigo identificar e que não é agradável, leva-nos logo a não ter fome. O pão é verde (de pistácio) e vale-nos os sumos e a fruta de dragão que é deliciosa...tudo o resto...só para os mais corajosos (gostava imenso de explicar, mas a única coisa que identificámos foi sopa de ninho de cegonha – género de uma canja aguada com ovo e massa). Diz que é educado arrotar por estes lados!!! O cheiro logo de manhã, a variedade de coisas estranhas aliada à Boa Educação de chineses a degustar o seu pequeno almoço, penso que foi a pior experiência, para mim que não sou muito dada à diversificação alimentar! As ruas têm vida e ao contrário da percepção que se tem em Portugal, as pessoas são alegres e há imensas crianças. Aliás, dos episódios mais engraçados por paragens de Xiamen foi uma nativa nos perguntar porque não tínhamos mais filhos...se não gostávamos de crianças??!! (Atribuímos a surpresa à lei do filho único que vigorou até 2015). As ruas têm néons, muito comercio, muita gente e becos onde homens se acumulam a volta de uma mesinha a jogar qualquer coisa. A cidade tem um porto e uma ilha (que não visitámos). A cidade está cheia de novas construções, prédios de luxo, que não estão habitados (?). Estive em trabalho em Xiamen, pouco tempo, pelo que esta avaliação poderá não ser a mais correta (é a percepção que tive de 3 dias de Estadia em 2015).
sábado, 19 de março de 2016
sexta-feira, 18 de março de 2016
MNMs pelos Caminhos de Portugal – Pinhel e Serra da Estrela
Fomos a Pinhel, e por pouco não tínhamos conhecido Almeida.
Almeida, fica a cerca de 14 Kms de Pinhel, no Distrito da Guarda.
Almeida é uma Vila pequena, com uma fortaleza, em forma de estrela de doze pontas (sistema defensivo do Século XVII).
A vila é lindissima e merece bem uma visita.
Em Pinhel, ficamos a dormir numa aldeia de granito, que fica muito perto. A “casa de campo”, assim classificada pela Entidade que tutela estas avaliações…não tem condições para os turistas, muito menos com crianças.
Uma casa acolhedora, com granito por dentro e asseada…mas onde falta água quente e o excesso de equipamentos eletricos ligados faz um quadro de casa de familia, “rebentar” literalmente com tanta sobrecarga…Conclusão: frio imenso em Fevereiro, sem água quente e sem electricidade!!!
Vale-nos uma lareira sempre acessa, a boa disposição para vivermos os constrangimentos como uma Aventura e a certeza de que ali nunca mais ficaremos!!
Pinhel é cidade de Falcões e Granito e o pouco tempo que lá tivemos, a experiência de alojamento e de refeições não nos levará a voltar, a não ser que seja pelas boas gentes que esta terra tem.
Com a experiência de Aventura no anterior alojamento, rumámos ao Fundão, para a criança mais nova conhecer Neve.
No Fundão, existe um Resort que faz juz à sua assinatura “Um Hotel de 4 Estrelas com Serviço de 5 http://www.hotelalambique.com
Já lá tínhamos estado num Verão e foi fácil gostar muito devido a sua piscina e tranquilidade. Voltámos em pleno Inverno e com objectivo de conhecer Neve.
A suite onde ficamos com as crianças, pertence a uma ala nova e apresentam um Design muito mais moderno e “clean” do que aquele que tínhamos encontrado num verão atrás. O Serviço continuámos a achar perfeito, muito direcionado para o Cliente, o seu conforto e bem estar. No Hotel existe um restaurante, com o mesmo nome e desconfiamos que ali pelas redondeza não existe melhor. Seria difícil, desde uma ementa variada e deliciosa, carta de vinhos excelente, entradas do outro mundo (o pão é tão bom que só por ele, eu seria fiel ao Restaurante), e simpatia e qualidade de serviço aliado a tudo isto (para nós não há restaurantes onde se coma bem e o serviço é péssimo...se o serviço for péssimo...por muito bem que se coma...já não se volta).
O Hotel oferece um leque de atividades (piscina interior e exterior, sala de jogos, espaços de leitura e relax – quando conseguimos fugir um pouco “deles”, SPA e o Restaurante, que além de ser Bom, não obriga a saídas do Hotel para se comer).
E chegamos à nossa ultima paragem, Serra da Estrela...Cheia de neve, frio e vento e carros a subir para a Torre...para depois se estar cheia de frio, a levar com vento e neve para as crianças brincarem...Isto é Amor!!!!
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Pós-Graduação em DOR
A Universidade Católica de Lisboa - Instituto de Ciências da Saúde, está a promover uma Pós-Graduação em Dor para profissionais de saúde. Esta é uma boa noticia para quem sofre de Dor Crónica, porque se sente que o assunto cada vez está a ser levado mais a sério e dá esperança a quem sofre de Dor Crónica.
Falta ainda a promoção de Workshops para Famílias que lidam com pessoas com Dor Crónica...é importante estes perceberem realmente o que é, o que a pessoa sente, para melhor puderem ajudar.
Para já...estamos no bom caminho...
http://www.ics.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=975&lang=1&artigoID=1045
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
A cultura 2 Second Lean
Tive a sorte de alguém partilhar esta cultura comigo no seu dia a dia e na sua Empresa.
A cultura 2 Second Lean...é fascinante... Eliminamos o desperdicio; Melhoramos Continuamente!
Um exemplo: A minha mala
ANTES
DEPOIS
RESULTADOS:
ANTES
Por ano, demorava 4:30 a achar as chaves do escritório e a entrar;
AGORA
Por ano irei demorar 56 minutos a achar as chaves do escritório e a entrar;
Ora pesquisem e aprendam mais aqui...é tão fácil!!! http://2secondlean.com
A cultura 2 Second Lean...é fascinante... Eliminamos o desperdicio; Melhoramos Continuamente!
Um exemplo: A minha mala
ANTES
DEPOIS
RESULTADOS:
ANTES
Por ano, demorava 4:30 a achar as chaves do escritório e a entrar;
AGORA
Por ano irei demorar 56 minutos a achar as chaves do escritório e a entrar;
Ora pesquisem e aprendam mais aqui...é tão fácil!!! http://2secondlean.com
Estou a aprender com o sofrimento a "aprender"...
Parece confuso...mas não é!
Aprendi que o “sofrimento faz parte de nós”...todos em algum momento da nossa vida passamos por ele, enriquecemos, choramos ou não, deprimimos ou não e acabamos por ultrapassar...estou a lembrar-me da morte de alguém querido...sofremos, aprendemos a ter o nosso mundo sem essa pessoa e depois ultrapassamos, não esquecemos e fica a saudade.
Este texto não é sobre este tipo de sofrimento...
É uma vez mais sobre o sofrimento de viver com uma Dor Crónica...
Vivo com ela e aprendi a respeitá-la. Faz parte de mim e aprendi que poderia ter duas opções, optar por um caminho de infelicidade ou por um caminho de felicidade.
Escolhi o ultimo e estou a aprender comigo própria e com leituras de especialistas em Psicologia Positiva que a Dor Crónica está a mudar a minha pessoa, que está a obrigar-me a ver tudo de forma diferente, a obrigar-me a aprender de tudo um pouco, no fundo a obrigar-me a munir de defesas, não camuflando o problema, não me permitindo a não ter sentimentos negativos (também fazem parte da nossa natureza, aprendi também eu), permitindo-me ter alegria, risadas e muito convívio com os outros.
Não é fácil...mas consegue-se...doer e estar com os amigos num concerto, doer e almoçar tranquilamente com boa conversa, boa comida e bom vinho com quem gostamos, doer e viajar, doer e aprender...esse é o desafio.
Só entenderão este texto alguns especialistas e por quem passará o mesmo que eu e tenha decidido ter esta opção...Todos os outros não entenderão...
A Dor Crónica leva à depressão e ao estado mais horrível que uma pessoa pode chegar: Viver com esforço...Já vivi com esforço...Levantei-me de manhã com esforço, dei um beijo e os bons dias aos meus filhos com esforço, trabalhei com esforço...vivi só o que tinha mesmo de viver...
Isto é mesmo horrível...
Agora, ando a aprender, a Viver a minha Vida com tudo o que sempre me caracterizou...Sou uma pessoa naturalmente Feliz, só que agora sou esta pessoa com uma Dor Crónica.
Uns acharão este texto “balelas”...mas garanto-vos que este tema...o de aprender a ser Feliz é “quase” científico...Ora pesquisem lá: http://www.rossana-appolloni.pt/index.html
e ainda aqui
https://www.ted.com/talks/dan_gilbert_asks_why_are_we_happy#t-797264
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